Necessidades e soluções em pisos e paredes para o segmento de alimentos

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Os tipos de empresas que constituem o segmento.
Como funcionam cada sub segmento, suas necessidades e soluções com as pinturas e revestimentos a base de resinas de elevado desempenho a base de epóxi, poliuretano e uretano.


Os tipos de empresas que constituem o segmento

  • Indústrias de chocolates e doces, farináceos, óleos, derivados do leite, carnes, vinhos, cervejas, refrigerantes, sucos…
  • Supermercados, atacadistas, mercadinhos…
  • Cozinhas industriais
  • Lojas fast food
  • Centros de distribuição refrigerados
  • Açúcar & Álcool
  • Laticínios
  • Abatedouros

Como funciona cada subsegmento, suas necessidades e soluções com as pinturas e revestimentos a base de resinas de elevado desempenho a base de epóxi, poliuretano e uretano.

Áreas de aplicação de revestimento

Nas indústrias de alimentos existem diferentes áreas que podem serem resumidas como:

  • 2.1. – Recebimento de matérias primas
  • 2.2. – Produção
  • 2.3. – Armazenagem
  • 2.4. – Expedição

Cada uma destas áreas possui diferentes tipos de ações e requerem diferentes soluções em pinturas ou revestimentos a base de resinas epóxi, poliuretano, uretano, silicatos ou lítio.

As indústrias de alimentos precisam de produtos que possam proteger suas estruturas, que não permitam a proliferação de microrganismos e assim evitar contaminações nos alimentos produzidos. Precisam ainda que os revestimentos ou pinturas a base de epóxi, poliuretano, uretano, a base de silicatos ou lítio geram facilidades na conservação e limpeza, ampliem ao máximo o tempo entre as manutenções periódicas, que jamais desprendam poeira e que possuam durabilidade diante das ações físicas, químicas e térmicas que os usos das áreas imprimem.

 

2.1. – Recebimento de matérias primas

Nestas áreas as matérias primas recebidas podem ser sólidas ou líquidas, trazidas por caminhões, big bags ou a granel.

Estas podem serem armazenadas em baias, tanques, empilhadas e de diferentes formas transportadas, por esteiras, empilhadeiras, pontes rolantes, transportador de pallets, entre outras e desta maneira diferentes ações podem ocorrer sobre os pisos e de maneira adequada teremos que avaliar estas ações e definir quais os tipos mais adequados de pinturas ou revestimentos a base de epóxi, poliuretano, uretano, silicatos ou lítio.

Caso existam apenas ações de natureza física moderada, por exemplo ação de empilhadeiras com rodas de pneus macios possivelmente a solução para a proteção do piso de concreto seja simples como por exemplo a aplicação do produto a base de silicato de sódio CJI MASTER HARD SS (endurecedor químico de superfície).

Este produto tem por finalidade criar cristais na superfície do substrato de concreto e ampliar a durabilidade a abrasão quando este concreto não foi merecedor de uma perfeita dosagem e cura, evitando desta maneira o desgaste da superfície e com isto o desprendimento de poeira tão indesejável em qualquer área das indústrias de alimentos.

Quando existirem ações abrasivas mais intensas, como por exemplo as empilhadeiras com rodas rígidas, carrinhos com pequenas e duras rodas que concentram cargas em uma pequena área de contato com o piso, normalmente se faz necessário os revestimentos elaborados com a resina de uretano (poliuretano vegetal). A família dos revestimentos a base de uretano pode ser autonivelante (consistência fluida e superfície com textura lisa) ou argamassado (consistência mais seca e antiderrapante), os produtos da CJI respectivamente são CJI UT AN. e CJI UT AR

Nos dois tipos dos materiais a base de uretano a textura pode implicar em ser mais ou menos antiderrapante, visto que esta tecnologia é considerada antiderrapante por algumas normas de ensaios existentes no exterior, desde que apenas caiam sobre o piso água e as pessoas estejam com botinas específicas para pisos molhados.

Para as áreas onde ocorrem derramamentos químicos eventuais, se faz necessário avaliar quais são os produtos químicos, suas concentrações, as temperaturas e o tempo da exposição antes que ocorra a limpeza.

Diante destas informações o revestimento ou a pintura a base de epóxi, poliuretano ou uretano pode ter seu uso ponderado, sejam eles os produtos das linhas CJI EP 300 (pintura epóxi isenta de solventes com baixíssimo odor), CJI PU 300 (tinta de poliuretano alifático nobre) ou CJI UT 300 (tinta à base de poliuretano vegetal).

Nas indústrias existem as bacias de contenção secundária. Tratam-se de estruturas em formato de uma piscina construída em concreto onde ficam posicionados os tanques de armazenamento primário.

Na eventualidade destes tanques primários vazarem, as bacias de contenção secundárias são responsáveis por conter por um determinado tempo estes produtos químicos sem que eles contaminem o solo ou lençol freático da área. Normalmente é utilizado o revestimento a base de uretano espatulado CJI UT AR juntamente com a versão para uso vertical CJI UT MPR.
Um outro sistema tem sido empregado por alguns projetistas que é a pintura de uretano vegetal CJI UT 300 estruturada com manta de vidro, buscando assim uma superfície estruturada e blindada para maior tempo de exposição aos produtos químicos.

Além destas ponderações físicas e químicas podemos ter ações térmicas que devem ser consideradas no recebimento das matérias primas.

As ações térmicas podem ser com temperaturas elevadas ou baixas. Quando ocorrem oscilações térmicas ou mesmo choques térmicos nas superfícies do concreto os mesmos tendem a dilatar ou contrair e as pinturas e revestimentos escolhidos devem possuir as mesmas capacidades de movimentação e obviamente ter a resistência as temperaturas de exposição.
Normalmente diante de oscilações ou choques térmicos, os materiais a base de uretano (poliuretano vegetal) são utilizados pois possuem coeficiente de dilatação térmica semelhantes ao do concreto.

Quando os produtos dos revestimentos não são os adequados irão se soltar do substrato por fadiga diante das variações ou até mesmo serem rapidamente degradados se não resistirem as temperaturas de exposições.

Importante ainda considerar sempre se as áreas estarão em ambientes protegidos do Sol e das chuvas. A ação do Sol imprimindo os raios ultravioleta poderão, além de alterar as cores dos produtos, degradar a cadeia polimérica existente dos mesmos caso estes não possuam estabilidade de cor ou ainda resistência do polímero aos raios ultravioleta do Sol.

2.2. – Áreas de Produções dos alimentos

Nas áreas de produção de alimentos, normalmente ocorrem cozimentos, existem áreas onde alimentos são defumados e desta maneira ações térmicas ocorrem com temperaturas elevadas. Diversos produtos para pintar ou proteger pisos em áreas onde se produzem alimentos podem não resistir às temperaturas elevadas. A maioria dos produtos à base de epóxi convencional podem se limitar a resistência térmica máxima de 60 graus.

Outra ação térmica que ocorre em diversas áreas de pisos nas indústrias de alimentos é o choque térmico.

Os ambientes podem estar em temperaturas de ambiente ou ainda mais baixas e quando da limpeza para assepsia água em temperaturas elevadas são utilizadas para além de limpar o piso, eliminar micro-organismos. Isto gera um impacto térmico e os revestimentos assim como o substrato de concreto se dilatam e precisam ter semelhantes coeficientes de dilatação térmica para não se desprender em um do outro.

Rodas rígidas dos equipamentos de movimentação são utilizadas e é requerido para estas áreas um revestimento que tenha elevado desempenho a abrasão.

Temperos, fermentos, açúcares, sais, aditivos químicos são misturados nas áreas onde são produzidos os alimentos BB e se estes entrarem em contato com o concreto de piso certamente irão degradar o cimento quimicamente.

O ideal é se utilizar revestimento para pisos que nas áreas de produção de alimentos tenham desempenhos as oscilações ou ações térmicas, resistência químicas aos produtos que são nestes locais utilizados, que tenha elevadas resistências físicas aos impactos de utensílios e a abrasão das todos dos veículos que são utilizados nas áreas de produções de alimentos.

A tecnologia ideal que tem se mostrado com elevado desempenho é a do poliuretano vegetal (uretano) CJI UT AR, CJI UT AN, CJI UT ML e CJI UT 300 nas versões autonivelante, argamassado, múltiplas camadas e pinturas respectivamente.

 

2.3. – Armazenagens

Nas áreas de armazenagens, as principais ações que ocorrem são físicas, das empilhadeiras, porta pallets e um concreto com a superfície tratada com silicato de lítio se faz necessário CJI MASTER HARD SS. Este produto aumenta a resistência a abrasão da superfície do concreto e com isto evita o desprendimento de poeira que é extremamente indesejável em áreas de armazenagens.

O concreto por sua natureza é mais frágil na superfície e tende a soltar pó e com o uso dos silicatos cristais duros são formados e assim a resistência a abrasão é ampliada.

A armazenagem pode também ser refrigerada, em câmaras frias, nestas áreas é comum as variações térmicas em função dos produtos armazenados e como o concreto dilata e retrai com as oscilações térmicas nestas áreas é requerido revestimentos para a higienização, os revestimentos precisam ter coeficiente de dilatação térmica semelhante ao do concreto para que os dois juntos se movimente termicamente e não ocorram desplacamentos.

O revestimento a base de poliuretano vegetal, também conhecido por uretano é certamente o único material com os desempenhos diante das oscilações térmicas e das ações físicas elevadas.

2.4. – Expedição

Nas áreas para expedições, o mais normal são os esforços físicos, principalmente de abrasão das empilhadeiras e transportadores de paletes.

Notoriamente as “garfadas”, ou seja, os arrastes dos garfos de empilhadeiras, são extremamente danosos ao substrato de concreto e não diferente para os revestimentos.

Os revestimentos servem de camada de sacrifício para os eventuais acidentes operacionais em se arrastar os garfos de aço sobre o piso. Desta maneira os revestimentos poderão ter maior ou menor durabilidade diante do treinamento que os operadores receberam e dos que colocam realmente em prática.

O revestimento mais usual nestas áreas, é a base de uretano (poliuretano vegetal) CJI UT AR com consistência pastosa e textura antiderrapante ou ainda CJI UT AN com consistência fluida e acabamento liso.

Os tratamentos à base de densificadores de superfície ou endurecedores químicos de superfície a base de lítio ou silicatos podem ser empregados de maneira mais econômica, porém este tipo de material aumenta a resistência a abrasão e pouco poderá agregar de desempenho para os arrastes dos “garfos” das empilhadeiras. CJI MASTER HARD SS.

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